kabballah egípcia
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Porque minha fascinação pelo antigo Egito?
Vocês não encontraram nenhuma resposta plausível do porque, mas essa fascinação nada mais é do que saudades de uma época que foi boa para todos, com amplo crescimento espiritual, e que nos traz saudades de vidas passadas principalmente com os objetos expostos da 17º a 21º dinastias que foi quando o Egito adquiriu maior poder sobre todas as nações conhecidas, expandiu suas fronteiras e trouxe paz e prosperidade a todos os cidadãos. Isso tudo foi numa época passada em que se acreditava nos deuses e os temiam e veneravam.
A maioria das pessoas, apesar das lembranças de vidas passadas, ainda não se encontraram religiosamente e isso tem como consequência o retrocesso da vida espiritual e consequentemente da eliminação dos karmas, ou do destino (Shad).
Mas para encontrar tudo isso é necessário que olhem dentro de si,e encontrarão suas respostas, se não, este oráculo poderá elucidá-los.
O contexto dos deuses podem nada significar em nosso consciente atual, mas tem uma profunda relação com nosso inconsciente emocional, o coletivo e lembranças de vidas passadas,todos os atuais encarnados tiveram pelo menos oito encarnações no Egito e veio diretamente da Atlântida para dar continuidade a um longo aprendizado.
Na cidade de Memphis, aos 35 anos do reinado de Neb-Maat-Rá-Djozer, senhor supremo do alto e do baixo Egito, eu, Imhotep, sacerdote e intendente de Ptah, o escondido, grão- vizir do Egito, conselheiro de Sua Majestade real, o faraó Djozer, arquiteto, médico, matemático, escultor, teólogo, jurista, astrônomo, astrólogo e mais, um iniciado nas ciências ocultas do Egito.
Resolvi escrever este livro, não para minha glória pessoal nem de ninguém, mas para ocupar o tempo de um velho e tentar deixar mais registros de acontecimentos e fatos.Sei que os registros serão destruídos e poucos poderão durar ao longo dos tempos.
As gerações futuras, devido à própria ignorância, ganância e desprezo pelos antigos e devido à transmissão de falsos profetas e a índole terrena, irão distorcer a sabedoria divina, apregoando filosofias erradas, que sobrepujarão nossos conhecimentos porque serão considerados duvidosos e sem sentido, e assim tudo será destruído.



Assim como, o príncipe Siddharta Gauthama, muitas pessoas, em várias épocas, devem ter se perguntado: Porque nasci? Porque vivo desta forma? Porque morrerei?
São estes os mistérios da vida e da morte que tanto intrigam os seres humanos desde a época da formação da consciência do “Homo Sapiens”.
Estas perguntas tiveram respostas através da filosofia budista, nenhuma outra religião ou seita consegue uma resposta plausível.
Foi retirada do Novo Testamento, porque apenas se faz menção a uma vida espiritual e erroneamente na existência do juízo final, quando todos deverão prestar contas de seus atos numa única vida a Deus, sabemos que uma única existência é muito pouco para o aproveitamento espiritual e o retorno às camadas superiores da espiritualidade, e consequentemente a Deus.Para a Ásia o Louvado Buddha foi o mensageiro das palavras de Deus, assim como no ocidente foi Jesus de Nazaré.
“Somente atingiremos a iluminação e a salvação, através do conhecimento profundo de nós mesmos, do ego e do inconsciente,onde se aloja o que foi criado à imagem e semelhança de Deus, o espírito e a consciência espiritual de cada um”. Nos conhecendo eliminamos o que existe de negativo em nossa personalidade. Só faremos milagres após realizar o grande milagre interior de nós mesmos.
Esta obra traça um paralelo entre a vida desses dois grandes profetas descobrindo semelhanças incríveis entre as duas vidas e até na própria filosofia religiosa. Vários profetas (hinduístas e judeus) profetizaram a vinda de um ser iluminado que libertaria os seres humanos da miséria do mundo e da vida.
Existem grandes semelhanças na missão espiritual e religiosa do príncipe Siddhartha Gauthama e Jesus de Nazaré.
Assim como, o príncipe Siddhartha Gauthama, muitas pessoas, em várias épocas, tem-se perguntado:Porque nasci? Porque vivo desta forma? Porque morrerei? Para a Ásia o Louvado Buddha, foi o maior mensageiro da palavra de Deus, assim como também no ocidente foi Jesus de Nazaré.
A constituição e a divulgação da filosófica e das escolas iniciática budistas são totalmente diferentes das escolas cristãs, bem como o próprio budismo histórico não é igual ao cristianismo, mas existem semelhanças. Nasceram, viveram e morreram em épocas diferentes, apenas cinco séculos os separaram, mas as igualdades filosóficas são compatíveis.




A exploração da capacidade humana não é apenas uma exigência imediata, é inexorável e preementemente, necessária e jamais poderá ser amenizada, mas sem duvida alguma teve seu maior ênfase, ou mesmo necessidade, no inicio do século IXX.
Essa exploração é um extraordinário sistema de utilização da capacidade humana levado ao mais alto nível da intelectualidade. E com certeza as religiões, as artes juntamente com as ciências são formas vigorosas do desenvolvimento dessa capacidade e, consequentemente, do talento humano.
Nem todos têm capacidade para entender os profundos conhecimentos dos iniciados egípcios foi por isso que todo aprendizado, o caminho de retorno, ficará sempre num alto círculo hermeticamente fechado (o início do hermetismo), e exclusivamente aos iniciados sacerdotes das épocas em que viverão, e sempre deverá ser muito bem observada as circunstâncias da iniciação.
Todo iniciado tem a obrigação de conhecer que nem todos têm condições de acesso às grandes revelações dos deuses e espirituais,vivemos num mundo de constantes lutas para o aperfeiçoamento espiritual, todos os iniciados devem guardar as recordações da grande ilha e de seu aprendizado, os sacerdotes iniciados devem conhecer o roteiro que todos os seres deverão trilhar para realizar seu caminho de retorno, nisso é que consiste o grande segredo dos mistérios iniciaticos e a vital importância desses conhecimentos se manterem inalterados e até que intocados. – Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive.
Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui.
Aquele que encontrou amigos por lá, também os encontrará aqui. Somos todos viajantes do tempo e o futuro de cada um de nós está escrito no passado, ou seja, cada um encontra na vida exatamente aquilo que traz dentro de si mesmo: o ambiente, o presente e o futuro somos nós que criamos e isso só depende de nós mesmos.




A comunidade científica tenta, de todas as formas, desvendar o mistério da reencarnação que tanto aguça a curiosidade do ser humano.
O saudoso doutor, e prof. Hemendra Nath Banerjee, diretor do departamento de Parapsicologia da Universidade de Rajasthan na Índia foi quem iniciou uma série de investigações acerca de diversos casos de crianças que se lembravam de suas vidas anteriores.
Tais casos são numerosos no mundo, bem como em diversos países principalmente os que mantêm fundamentos espiritualistas cristãos de alguns segmentos da igreja católica,apesar de ocorrer sempre com uma conotação religiosa, não existe religiosidade nas reencarnações.
Se a lembrança de vidas passadas não fosse mera fantasia, seria de se esperar que as imagens fossem proporcionadas pelo conhecimento consciente da história, quando existem contrastes de imagens com o que a pessoa imagina ser verdadeiro e, somente após cuidadosos estudos, revelanse exatas, então devemos rever os conceitos de que a rememoração de vidas passadas é mera fantasia.
Foram utilizados conceitos científicos para elaboração deste livro e, ao mesmo tempo, budista, mas principalmente pesquisas científicas, médicas e filosóficas...

“Por meio desta leitura o leitor conseguirá entender exatamente o que ocorreu no êxodo hebraico, mesmo porque os egípcios nunca contaram sua versão. Esta é a verdadeira história da longa caminhada de Moisés, do Egito até a Terra de Canaã, levando consigo o povo bíblico.
Sempre se aceitou o que o livro do Êxodo bíblico preconizava e na realidade nunca se questionou os fatos, mesmo os nomes citados”.


A Sutra nada mais é do que uma indicação do caminho da felicidade plena, da cessação do sofrimento.
Os budistas preservam as Sagradas Sutras como o próprio Samadhi – a joia miraculosa do budismo –, mas entenda-se que essa joia nada mais é que a sabedoria adquirida e armazenada no inconsciente profundo, não permitindo que o ego bloqueie o conhecimento para o consciente e, consequentemente, alterando o comportamento e o padrão da mente da pessoa. Deve-se até afirmar que a sabedoria adquirida jamais se perderá.
O entendimento da Sagrada Sutra é o caminho mais importante, não apenas para o praticante do budismo, mas para todo aquele que pretende tornar sua vida muito melhor.
E isso se fará diante do conhecimento que surge na profundidade da Sagrada Sutra, e que põe fim à concepção dualista da realidade, quando se reflete sobre a experiência da própria existência.
A arqueologia moderna ainda tem dado passos tímidos na procura de evidências da existência de JESUS CRISTO.
Entretanto, diante da força espantosa que alcançou a sua mensagem, fica cada dia mais difícil negar a sua passagem pela TERRA.
Porém, uma fresta no passado foi aberta, revelada pelo espirito do Patriarca Abraão que nos trouxe um novo olhar para vida do grande precursor do amor e perdão.
O estudo foi feito através de profundas pesquisas das sagradas escrituras, inclusive nos evangelhos apócrifos e no de MARIA MAGDALENA, encontrada também nas teorias de historiadores renomados como Flavius Jusephus, Plinio o Velho, Plinio o moço e Cláudio o manco, e outros que foram mencionados nesta obra.
O professor Gilberto Luiz Baccaro procurou afastar totalmente a religiosidade da realidade cientifica histórica e humana.
O romance surgiu para ter uma visão mais ampla do período em que o Divino Salvador esteve ausente, dos treze aos trinta anos de idade.
Talvez não se consiga responder ás perguntas que tanto intrigam os pesquisadores e religiosos. Porém as pesquisas ocorreram principalmente no Egito, onde se tem uma maior visão da vida do Divino Mestre, devido aos documentos encontrados em Menphis, hoje Cairo, inclusive na casa onde ELE viveu.
JESUS foi iniciado no templo de Ptah, onde atualmente restam poucas ruínas em que tomou pleno conhecimento de sua missão, na tentativa de reunir os seres humanos, na verdade do Senhor Deus de Abraão.


O oráculo egípcio, denominado Kabbalah Egípcia, foi desenvolvido pelo sacerdote do templo de Amon-Rá, em Memphis (Cairo), na primeira dinastia, juntamente com o Livro dos Mortos egípcio, a pedido do primeiro faraó do Egito, Menés. Ao longo das dinastias o oráculo foi aprimorado, principalmente sob o reinado do faraó Djoser, que deu essa incumbência ao sábio Imhotep, o primeiro construtor de pirâmides (Saqqara).
A Kabbalah Egípcia é utilizada principalmente para demonstrar os aspectos compulsivos da personalidade positiva e negativa de cada pessoa, com base nas características de alguns deuses egípcios. Curar esses aspectos negativos significa eliminá-los da pessoa e de seus familiares, orientá-los profissionalmente e em seus relacionamentos.
Prefácio às vezes é algo dispensável, para alguns autores e livros, para uns são apenas suporte monumental, uma espécie de moldura vazada, que não garante o conteúdo.
Solicita-me Gilberto Baccaro o prefácio para este livro, com um enfoque tão africano quanto possível, com linguajar despojado, mas como autor de outros trabalhos ligados a cultura egípcia, já nos pontificou.
Gilberto traz-nos à baila deliciosas histórias dos “Orìxàs”, homens e animais, com uma ótica humana, contendo lições de bom viver em harmonia com o “Orun” e o “Aye”.
Num mundo contemporâneo de coisas e fatos tão perecíveis e transitórios, somente uma pessoa sensível presta reverência e homenageia a “Cultura da Região Yorubá”, livre de uma África mística de encantos e desafortunadamente desconhecida para a maioria de nós brasileiros.
Este trabalho cresce e junta-se aos demais dessa mesma temática, porém com diferencial que nem sempre é comum a outros trabalhos similares, não fala “yorubanês”, as palavras do idioma yorùbá estão traduzidas, trazendo compreensão a quem lê, sedução e enlevo, e quiçá descobrindo por outros meios e mares nunca d’antes navegados.
Ase o!!!
Ire o!!!
Mui leal e heroica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.
Fernandez Portugal Filho
(Antropólogo e Jornalista).


O caminho para se tornar um Buddha ou Cristo sempre estará ao alcance de todos.
Deus na sua suprema sabedoria, bondade e extremo amor aos seres por Ele criados, nos ama tanto que sempre mandou para o planeta Terra seus enviados em forma de elevados mensageiros espirituais ou profetas.
Chegou um determinado tempo em que estava tudo errado aos olhos do Santo Criador, então ele mandou inicialmente Abraão, o Patriarca, para que demonstrasse a fé no caminho; Siddhartha Gautama, o Louvado Buddha; e Jesus, o Salvador, para que mostrasse à humanidade como retornar ao verdadeiro caminho que conduz à Ele. Mas seu filho unigênito e verdadeiro foi mal interpretado e morto pela ganância e a ignorância daqueles tempos, ou mesmo de todos os tempos.
Estamos fadados a carregar rosas com espinhos e nem sabemos como extraí-los.
Gilberto Luiz Bacaro

A presente obra constitui um estudo singular sobre uma das figuras mais extraordinárias da história da humanidade. Imhotep — arquiteto, médico, matemático e sábio do Antigo Egito — representa um marco civilizatório cujo legado transcende os limites temporais convencionais, continuando a influenciar o pensamento contemporâneo de forma surpreendente.
Fruto da convergência entre uma rigorosa pesquisa histórica e revelações obtidas por meio de comunicação espiritual, esta obra foi transmitida pelo próprio Imhotep ao autor, Professor Gilberto Luiz Baccaro. Oferece ao leitor acadêmico e ao estudioso das ciências ocultas uma perspectiva inédita sobre aquele que muitos consideram o maior gênio da antiguidade.
Manuscritos descobertos em 1940 na base da pirâmide de Saqqara pelos egiptólogos Dr. J.G. Wilkinson, Dr. Walter Emery e Dr. Károl Sliwieck revelam que Imhotep, além de suas habilidades técnicas e intelectuais, possuía uma compreensão espiritual profundamente avançada. Suas ideias sobre igualdade humana — formuladas cerca de 2.730 anos antes da era cristã — anteciparam valores que a humanidade levaria milênios para compreender plenamente.
Imhotep viveu durante a III Dinastia do Antigo Egito, há aproximadamente 4.700 anos, atuando como Grão-Vizir do faraó Djoser. De estatura mediana, seguia os rituais dos iniciados nos templos de Ptah em Mênfis e Heliópolis, raspando a cabeça conforme os preceitos hieráticos de sua época.
Sua atuação no governo destacou-se pela implementação de políticas administrativas progressistas, voltadas ao bem-estar dos trabalhadores envolvidos nas monumentais construções estatais. Como diplomata, era íntegro e se opunha às guerras desnecessárias, demonstrando uma visão humanitária raramente vista em sua época.
As realizações arquitetônicas de Imhotep estabeleceram padrões construtivos que perduraram por mais de três milênios. Seus cálculos e projetos foram fundamentais na construção das pirâmides de Senefru, Quéops, Quéfren, Miquerinos, entre outras obras colossais que ainda desafiam a engenharia moderna.
Além disso, foi o autor do primeiro tratado médico sistematizado da história, compilando saberes farmacológicos e técnicas cirúrgicas sofisticadas. Seus métodos terapêuticos e práticas de embalsamamento influenciaram gerações de médicos ao longo dos séculos.
Seus ensinamentos filosóficos promoviam a igualdade entre os seres humanos e incentivavam uma vida de contemplação voltada ao Ser Supremo. Tais princípios, registrados nos manuscritos de Saqqara, demonstram uma compreensão metafísica que antecipa o pensamento religioso e filosófico de eras posteriores.
Após sua transição, Imhotep foi divinizado por Djoser, que instituiu seu culto oficial nos templos de Ptah em Mênfis e Heliópolis. Durante mais de dois milênios, foi venerado como patrono das artes médicas e do conhecimento. Na tradição grega, foi associado a Asclépio, deus da medicina.
As escavações em Saqqara revelaram a existência de cerca de um milhão e meio de múmias de íbis e babuínos — animais sagrados oferecidos em sua honra — evidenciando a devoção que inspirava no sincretismo religioso egípcio.
Curiosamente, sua tumba jamais foi localizada, fato que alguns estudiosos interpretam como indício da natureza transcendente de sua missão terrena.
A elaboração desta obra baseia-se em dois pilares: documentos históricos convencionais e comunicações espirituais diretas. O autor analisou criteriosamente os manuscritos de Saqqara, complementando-os com revelações obtidas por meio de contato mediúnico com Imhotep.
Essa metodologia híbrida, embora incomum nos círculos acadêmicos tradicionais, permite uma compreensão mais ampla da personalidade e da missão espiritual de Imhotep — aspectos que permaneceriam velados diante de uma pesquisa exclusivamente arqueológica.
Os ensinamentos de Imhotep ganham especial relevância no presente, em que a humanidade enfrenta dilemas éticos e espirituais semelhantes aos vivenciados por antigas civilizações. Suas advertências quanto ao afastamento das verdades fundamentais ecoam com impressionante atualidade.
Esta obra não busca estabelecer novos paradigmas religiosos ou filosóficos, mas sim reacender princípios eternos relacionados ao livre-arbítrio e à elevação espiritual. Destina-se tanto ao pesquisador acadêmico quanto ao buscador interior, oferecendo uma ponte entre a história e a sabedoria atemporal.
O relato acompanha a existência de Imhotep desde os treze anos até sua transição, por volta dos setenta — longevidade incomum para os padrões da época. A narrativa busca estabelecer vínculos entre o pensamento egípcio antigo e os desafios espirituais contemporâneos, evidenciando que, mesmo após cinco milênios, os dilemas humanos permanecem surpreendentemente similares.
Este livro é, acima de tudo, um testemunho da perenidade da sabedoria espiritual e da continuidade da missão civilizatória através das eras. Convida o leitor a refletir profundamente sobre as origens da civilização ocidental e os princípios eternos que devem orientar o progresso humano.
Que estas páginas possam despertar reverência pelas tradições sapienciais que moldaram nossa história e inspirar uma nova consciência sobre o papel espiritual da humanidade.
Wagner Fiengo.